As inscrições para o XIV Congresso Internacional de Custos foi prorrogada até o dia 31 de março de 2015.
O congresso será realizado em Medellín - Colômbia, entre os dias 9-11 de setembro de 2015.
Submeta o resumo do seu trabalho e participe!
Maiores informações na página do congresso: http://www.congresodecostos2015.com/
Blog dedicado a discutir temas ligados à gestão universitária, evolução da educação no Brasil, política, Administração como ciência e disciplinas do curso superior de Administração.
sexta-feira, 20 de março de 2015
XIV Congresso Internacional de Custos na Colômbia - Inscrição Prorrogada
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quinta-feira, 12 de março de 2015
Como Limpar Quadros Brancos
Quadros brancos são acessórios obrigatórios das salas de aula de cursos superiores hoje em dia. Infelizmente, acumulam muita tinta de marcadores diversos e gordurosos, e, por mais cuidadosa que seja a manutenção do campus, todo o professor já se deparou com uma cena parecida com essa:
![]() |
| Quadro do capeta! |
A nossa resposta padrão, como professores, é reclamar com os responsáveis pela manutenção (prefeitura do campus ou limpeza). Mas, com dezenas ou centenas de salas para atender em um campus, é pouco provável que você consiga ser atendido imediatamente. Como professor ou palestrante, você é o responsável pela instituição perante os alunos. É a sua aula e a sua imagem que serão prejudicadas por não poder contar naquele instante com seu recurso. Se você quer causar uma boa impressão, chegue 5 minutos mais cedo na sala e siga as instruções do fabricante de quadros US Markerboard e utilize os seguintes itens:
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terça-feira, 16 de setembro de 2014
Por que Ler e Citar Artigos? 5 Razões e Dicas para Encontrar Bons Artigos para Fundamentar Seu TCC.
Faz um ano o curso de Administração do Centro Universitário Estácio de Sá de Santa Catarina mudou seu formato de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de modelo longo (cerca de 90 páginas) para artigo científico, com recomendadas 15 páginas. A mudança se deu por algumas razões percebidas pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso , como elevado índice de trabalhos com "citações apócrifas", a observada dificuldade por parte dos alunos em compor um longo trabalho sem ter comparavelmente longa bagagem de leitura, o tempo reduzido que as demais atividades acadêmicas liberam para a atividade de pesquisa, porque um trabalho menor pode ser mais direto, sem tantos rodeios, com mais conteúdo em menos espaço e por permitir aos professores avaliar mais trabalhos com maior atenção no mesmo tempo.
A orientação dos trabalhos, a cargo dos professores Marcus Rocha e eu, trouxe algo das boas práticas anteriores e introduziu algumas outras. Entre as práticas que mantivemos e aprimoramos veio a recomendação de que os alunos leiam por volta de 30 artigos na área e tema do trabalho que se pretende fazer e que citem, na fundamentação bibliográfica, no mínimo 10 desses artigos. Frequentemente alunos nos perguntam o porquê dessa exigência. Este texto é uma tentativa de explica-la.
1 - A escrita científica é um gênero literário à parte, como afirma o prof. Dr. Valtencir Zucolotto, que geralmente não é amplamente lido antes que se comece o processo de pesquisa. Se você não lê, não sabe reproduzir, pensar naquele "formato". Logo, a leitura desses artigos promove a internalização de padrões de escrita, linguagem e "macetes" que seriam muito difíceis de ensinar de outra forma. Também facilita o processo de ensino-aprendizagem nas aulas de orientação coletiva, pois várias perguntas básicas que os alunos fariam, têm suas respostas trazidas pelo simples ato da leitura extensiva e exploratória;
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terça-feira, 13 de maio de 2014
Empregadores Vasculham Facebook de Candidatos: O que Procuram?
Lendo um tweet do Wall Street Journal me deparei com um quadro muito informativo, que reproduzo abaixo:
Fonte: Wall Street Journal.
O quadro acima reúne dados de várias entrevistas conduzidas em 2013 pelo grupo CareerBuilder, nas quais foram perguntados a empregadores onde procuram informações on-line sobre os candidatos, o que gostam e o que não gostam de ver.
Abaixo, traduzo os resultados da pesquisa:
Quais os sites que as empresas usam para avaliar perfis de candidatos:
Facebook: 65%;
LinkedIn: 63%;
Twitter: 16%.
O que empresas empregadoras buscam descobrir:
Se o candidato se apresenta de maneira profissional: 65%;
Se o candidato se encaixa na cultura da organização: 51%;
Para descobrir as qualificações do candidato: 45%;
Para ver se o candidato é "bem ajustado": 35%;
Para procurar por razões para não contratar o candidato: 12%.
O que ajuda os candidatos:
O candidato apresentou uma imagem profissional: 57%;
O empregador teve uma boa impressão da imagem do candidato: 50%;
O Candidato demonstrou uma ampla gama de interesses: 50%;
O perfil do candidato confirmou suas qualificações profissionais: 49%;
Evidências de criatividade: 46%;
Grandes habilidades de comunicação: 43%;
Grandes referências: 38%.
O que prejudica os candidatos(!):
Candidato postou informação / fotos sensuais / impróprias: 50%
Evidências do candidato bebendo ou usando drogas: 48%;
Falar mal dos empregadores antigos: 33%;
Habilidades de comunicação deficientes: 30%;
Conteúdo discriminatório relacionado a raça, gênero, religião, etc.: 28%;
O candidato mentiu sobre suas qualificações: 24%.
Sobre a pesquisa:
O que mais me chamou a atenção é que o conteúdo das fotos e comentários é mais importante para os recrutadores do que se os candidatos mentiram sobre suas qualificações profissionais.
O que mais prejudica os candidatos, disparado, são os itens fotos impróprias/sensuais - 50% (essa é para a turma que posta selfies dos implantes ou na cama com sua cara-metade) e de uso de álcool/drogas - 48% (boa dica para quem posta fotos de trocentas latinhas recém-esvaziadas e de garrafas na mão dizendo: "eu mereço!" ou "sexta-feira!").
A pesquisa só vem a comprovar que os perfis nas mídias sociais, embora sejam vendidos para nós, usuários, como grandes álbuns de família abertos, são instrumentos públicos, nos quais devemos administrar a imagem que projetamos. Pelo que comprova o levantamento, pelo menos para os empregadores americanos, o que conta é projetar uma imagem profissional e de pessoa bem-equilibrada, de interesses variados e tolerante à diversidade.
A reportagem que traz o quadro tece argumentos sobre a ética e a propriedade de conduzir tais pesquisas nos perfis de candidatos, mas a realidade é que as pesquisas são feitas e precisamos todos ficar atentos a nossos perfis nas mídias sociais e à imagem que projetamos, afinal, não podemos regular quem nos visita os perfis, tampouco as impressões que levam do que mostramos.
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sábado, 26 de abril de 2014
Elaboração e Gestão de Projetos de Pesquisa - Curso do Instituto Refletir Na UFSC
Oi pessoal.
A vida acadêmica não se restringe a escrever artigos e dar aulas. Aqueles que realmente gostam de estudar e possuem talento e disciplina para produzir bons trabalhos podem se candidatar em editais de diversos órgãos para conduzir uma pesquisa científica, em qualquer área do conhecimento.
Esses editais pagam grandes somas às equipes interessadas em conduzir uma pesquisa para avançar uma determinada área de conhecimento, e os resultados finais podem ser livros ou outras publicações e, no mínimo, uma estrutura de laboratório de pesquisa (computadores, mobiliário, instrumental) montada e pronta para outros projetos.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Aluno da Estácio SC Lança Jogo de Cartas
Aluno da Estácio SC Lança Jogo de Cartas
Foi com muita satisfação que recebi hoje , na sala dos professores, a visita do aluno Bruno Hoffmann, para me contar como o trabalho que tive o prazer de co-orientar, na disciplina Projeto Integrador I, transformou-se em realidade.
O aluno, apaixonado por games de todo o tipo, queria desenvolver seu próprio jogo de cartas, estilo "Magic" e pediu ajuda na orientação para transformar seu sonho em empresa.
O link da loja virtual está aqui embaixo e, mesmo se você não jogue, vale a pena visitar e ver que, enquanto alguns alunos se limitam a copiar e fazer o mínimo, outros vão além, na escola e na vida. Sinto muito orgulho de ter um pequeno papel nessa história, mesmo que apenas como incentivador.
Vejam o trailer do jogo abaixo e, para quem curte, compre o jogo e seja mais um apoiador dessa bonita história.
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terça-feira, 28 de maio de 2013
Educação, Internet e Realidade Aumentada – O fim da aula tradicional?
O modelo de
aula baseado na palestra mono-direcional, que emana do professor, fonte de
todo o conhecimento, para o aluno, receptor passivo, não serve mais para o
estudo superior. Embora seja interessante em certos ambientes, para certos
assuntos, no dia a dia das faculdades e universidades não faz mais sentido. Não
faz sentido por algumas razões:
2. O tempo de atenção do aluno
diminuiu – costumava-se dizer que o aluno aguenta 20 minutos antes de perder a
atenção em um tópico, ou seja, que o professor teria até 20 minutos para
interessar o aluno ou perdê-lo. Evidências empíricas sugerem que esse período
reduziu-se para menos de 5 minutos. É só observar os videos do Youtube – poucos
ultrapassam 5 minutos. É necessário que o professor contextualize porque aquele
assunto interessa, como será cobrado e de que forma será aplicado.
3. Hoje temos a competição da internet móvel. Seja
Wi-fi, 3g ou 4g, os alunos estão conectados durante as aulas. Salvo em dias de
prova, quando recolho os celulares, não admito que vejamos tal ferramenta como
adversária do processo de ensino-aprendizagem, mas sim, como aliados. Uma vez,
em uma aula de marketing, falei como Picasso, após ficar muito famoso, começou
a brincar com a fama e fazer obras cada vez menos elaboradas e divertia-se em
ver como os críticos justificavam suas pinturas com argumentos estapafúrdios.
Citei “Dom Quixote” e como foi vendida em um leilão por alguns milhões.
Arrisquei rabiscar a obra no quadro, para ilustrar a simplicidade do quadro. Pois uma aluna com laptop pesquisou no Google, encontrou a
notícia sobre a venda do quadro e mostrou para a turma exclamando “Ele tem
razão!”. Agora, imagine se eu tivesse errado o o nome do quadro, ou o formato...
Os alunos possuem uma ferramenta nas mãos para comprovar ou contestar o que
lhes ensinamos imediatamente. Alguns professores não gostam disso, mas é
inevitável. (Em tempo: a obra de Picasso é genial. O quadro tem algo de especial. Mas usei uma obra famosa e não tradicionalmente bonita do pintor para ilustrar meu ponto em sala de aula. Não me condenem como um total ignorante por meu uso do quadro como recurso didático).
4. As ferramentas multimídia são justamente isso: multi – meios. Usam cores, animações, videos, música e sons e textos para engajar o observador. São, por conseguinte, muito mais interessantes que um palestrante médio falando sobre um assunto desinteressante.
Vou além e afirmo: as ferramentas eletrônicas estão aqui para ficar.
O processo de ensino-aprendizagem pode ocorrer com sua ajuda ou brigando contra
seu uso. Sempre conclamo meus alunos a buscar o assunto tratado na internet, em
sites que lhes recomendo ou em documentários ou videos rápidos no Youtube. O
aluno agora, seja rebelde ou educado, quer ser agente ativo de sua descoberta.
Se o assunto é chato, admita que é, peça cooperação e indique outras fontes de
conhecimento – você verá como os alunos rapidamente mudam de postura. Se o
assunto é interessante, chame os alunos a contribuírem com suas pesquisas.
A agora surge no horizonte uma ferramenta ainda mais rápida para
pesquisas e integração do mundo real com o digital: a realidade aumentada.
Vários aplicativos para smartphones e o recém lançado Google Glass superpõem uma camada de informações obre a imagem captada pela câmera do
aparelho. Ou seja, em breve, os alunos poderão verificar as informações que
lançamos no quadro ou em transparências sem mover os olhos do quadro. E nos
contestar...
Logo, vejo que nosso futuro como professores reside menos em
transmitir informação, mas em ajudar o aluno a filtrar a boa informação da ruim.
Ajudá-los a identificar as fontes confiáveis das espúrias e oferecer
contrapontos às opiniões prontas que os agentes do marketing e da doutrinação
política certamente tentarão inserir nessas ferramentas.
O primeiro passo, colegas, é utilizar essas ferramentas e aprender a
dominá-las. Está em nossas mãos ganhar ou perder nossos alunos digitais.
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terça-feira, 14 de maio de 2013
A Universidade do Planalto Catarinense, UNIPLAC, promove anualmente um ciclo de palestras sobre Administração, no qual temas sobre a ciência da Administração e outros relacionados à gestão são tratados.
Em 2013 teremos a XIV edição deste ciclo, no qual serei palestrante. Confiram o folder e participem!
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XIV Ciclo de Palestras da Administração
quinta-feira, 9 de maio de 2013
COBRANÇA DE CONTEÚDO E QUALIDADE NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
Com o recente e crescente acesso ao curso superior de classes sociais antes excluídas desta forma de ensino, os professores em sala de aula se vêem frente a algumas situações problemáticas:
1 - Maior número de estudantes por sala - o que pode dificultar o processo de ensino-aprendizagem pela diluição da atenção do professor entre um número maior de estudantes;
2 - Parcela significativa dos estudantes em sala com conhecimento abaixo do ideal em disciplinas básicas, mormente o português e a matemática - o que pode dificultar a compreensão de temas mais abstratos ou de nível mais elevado por parte desses alunos.
As respostas aos problemas não são fáceis, pois são equações complexas em que são computadas variáveis das mais diversas, seja o nível socioeconômico dos alunos entrantes ou o que se espera seja ensinado em sala. Entretanto, medidas administrativas e estudos profundos à parte, tenho percebido que é comum que vários professores, das diferentes instituições pelas quais transito e conheço, adquiram uma postura pragmática, a de sacrificar o nível de cobrança para compensar um menor nível de atenção dedicada a cada aluno. A cobrança "amolecida" possui ainda o benefício de avaliações mais favoráveis por parte dos alunos, que vêm na ferramenta de avaliação institucional uma forma de punir o "professor carrasco".
Constantemente advogo a causa de avaliações mais rigorosas, sob pena de encontrarmos situações (com as quais nos deparamos) em sala de aula como alunos de fases avançadas que desconhecem o conceito de porcentagem ou o significado de palavras como "doravante".
Ken Robinson, em seu livro "O Elemento" (ROBINSON, K. ARONICA, L, 2009)¹ fala do fenômeno da inflação dos diplomas, na qual os diplomas estão valendo menos hoje em dia, em virtude de tantas pessoas formadas, e maior formação ser necessária para os mesmos empregos. Adiciono a este conceito a ideia de que, se a qualidade percebida dos formandos decair, novamente haverá queda no valor dos diplomas emitidos.
Observações empíricas têm demonstrado que parcela significativa dos alunos respondem positivamente a uma elevação no nível de cobrança em qualquer matéria. Embora haja levantes e descontentamento por parte de alguns, "a turma" em geral percebe que necessitam elevar sua carga de estudos, e assim o faz.
A palestra cativante do professor Freeman Habrowski (Reitor da Universidade de Maryland, Campus Baltimore) na conferência TED demonstra como a elevação no nível de exigência possui efeito positivo no desempenho acadêmico de minorias.
Ao estendermos facilidades aos alunos sob a forma de provas que não atendam a todo o conteúdo dado, ou mesmo nos atermos a ministrar menos conteúdo do que possuímos em nosso arsenal, reiteramos no aluno oriundo de minorias que ele é menos, merece menos e dele se espera menos ainda. Ao ministrar aula completas e exigir resultados melhores, lhe dizemos: "eu lhe respeito, acredito em sua capacidade."
Cabe a nós professores dedicarmos o máximo de nós mesmos a comunicar o conteúdo mais completo, da forma mais adequada e avaliar de maneira mais completa, com justiça e rigor.
¹(ROBINSON, K. ARONICA, L, The Element: how findig your passion changes everything. Allan Lane, London, 2009).
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quarta-feira, 8 de maio de 2013
Podcasts, produtividade e Aprendizado
O trabalho em casa (home-office) é uma realidade cada vez mais difundida. Como professor universitário, minha principal função, passo longas horas em meu escritório doméstico, pensando em tópicos, planejando e escrevendo trabalhos, retocando ou confeccionando material de aulas, etc. Essas longas horas, em que minha esposa está no trabalho e eu ainda não fui para a sala de aula, sinto falta do burburinho de outras pessoas trabalhando. Descobri uma grande forma de combater esse problema, ouvindo podcasts.
Os podcasts são programas transmitidos em formato preferencialmente apenas áudio, muito como os antigos programas de rádio. Hoje, temos podcasts de vários assuntos e com variadas extensões.
Além do aspecto da companhia que me mantém, os podcats também tornaram-se aliados da minha produtividade e aprendizado. Explico: a Internet é um dos grandes, senão o maior, instrumento de procrastinação hodierno. Isso porque os assuntos, temas, videos, blogposts ou qualquer outro conteúdo são fragmentados para a atual pequena capacidade de atenção. Um vídeo de 6 minutos já é considerado longo. Logo, perde-se muito tempo procurando algo para assistir ou tocar enquanto se trabalha. Ao escolher um podcast que fala sobre um tema quotidiano de meu interesse, mantenho-me informado e com os ouvidos ocupados enquanto "entro em transe" e faço o que preciso fazer.
Embora adore livros, a vida acadêmica (e a necessidade de ler por trabalho) tirou muito da graça de aproveitar um livro. Antes (do mestrado), lia-os do início ao fim. Hoje, por lê-los "profissionalmente", pulo prólogos, agradecimentos e outros elementos pré-textuais e vou direto ao índice, onde encontro exatamente o que me interessa e para lá vou, "consumindo" o livro de maneira utilitarista e mecânica. A graça acabou (com raras exceções).
O podcast interessante sempre traz referências a obras audiovisuais que posso consultar e continuar no contínuo aprendizado. Recentemente, inclusive, percebi a evolução das ferramentas de video, como Youtube e TED.com para permitir que você busque listas de reprodução por assuntos, e deixe tocar por horas no fundo de seu ambiente de trabalho.
E você, leitor, o que acha dos podcasts? Tem alguma experiência positiva a relatar?
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
PPGTU PUCPR: Edital do Processo Seletivo para Professor
O Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR abriu processo seletivo para professor em aulas de Mestrado e Doutorado. O texto do edital , publicado em 16/04/2012, segue abaixo:
1. Áreas de atuação e conhecimento preferenciais:
Gestão Pública
Políticas Públicas
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segunda-feira, 23 de abril de 2012
Sistema Viário de Florianópolis - Mobilidade Urbana - Meu artigo publicado no Diário Catarinense
Recentemente escrevi um artigo a respeito da mobilidade urbana, enviado pela ACIF - Associação Comercial e Industrial de Florianópolis para o Diário Catarinense. O artigo foi publicado, em versão resumida, no dia 11/04/2012, reproduzido abaixo:
Abaixo, disponibilizo a versão completa:
"Se posso me atrever a
opinar sobre o tema da mobilidade urbana, minha opinião é de que não há bala de
prata que acabe com o problema. As dificuldades do planejamento urbano
encontram as diferentes facetas da realidade de cada município e cabe a cada
governante trabalhar com as ferramentas à sua disposição, orçamentárias,
tecnológicas e humanas, para acomodar a necessidade imprescindível de seus
moradores locomoverem-se, rápida, eficiente e confortavelmente. Não há grande
centro urbano que não enfrente o problema de acomodar transporte público,
carros, caminhões, motocicletas e pedestres em suas vias. Mas há, com certeza,
cidades que conseguem resultados muito mais positivos que os exibidos por
Florianópolis. Muito se fala sobre a solução curitibana, de vias exclusivas
para ônibus e um sistema integrado. Também se aventa a construção de metrôs e a
inclusão de embarcações, como barcos, balsas e catamarâs, ao sistema de
transporte público da cidade. O que pude ver pelo mundo, nas cidades que
visitei, como Paris, Cingapura, Boston, Miami, Washington, Nova Iorque, Lisboa,
Amsterdã, Buenos Aires e outras, é que a solução para o problema da mobilidade
urbana passa por planejamento apropriado, que leve em conta as características
próprias do município e zonas conurbadas, e que atue além do espaço temporal de
um mandato. Todas essas cidades empregam uma multiplicidade de meios de
transporte e levam em conta como sua população vive, trabalha, movimenta-se e
ocupa os espaços urbanos. O planejamento, a execução e o controle da malha de
transportes de nosso município deve ser realizado profissionalmente, por quadro
técnico competente e levado a cabo independentemente das vontades políticas de
ocasião. É pelas vias urbanas que os bens e pessoas circulam, logo, as
dificuldades interpostas ao trânsito destes também são obstáculos ao
crescimento de nossa riqueza combinada. Pense bem: quantas horas de trabalho
são perdidas em engarrafamentos? Quantas ordens de fabricação ou pedidos de
compra e venda são atrasados por conta dos mesmos? Quantos turistas vêm e nunca
mais voltam? Quanto movimento os bares, lojas, cinemas e restaurantes perdem
porque o cidadão prefere passar o final de semana em paz em seu lar do que
enfrentar vias lotadas? É esta concepção de que a liberdade de ir e vir envolve
condições de segurança, eficiência e conforto para sua municipalidade que
precisa permear o pensamento de nossos governantes, que, por sua vez, devem
fazer uso de todos os meios disponíveis, conhecer diferentes soluções e
tecnologias e estar dispostos a enfrentar as dificuldades que naturalmente
advém de levar a cabo grandes projetos urbanos (orçamentárias, legais, desgaste
público, etc.). Florianópolis precisa andar mais rápido."
Flávio Augusto Serra Kauling.
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE MARKETING NA PRÁTICA - Alunos da Estácio Criam seus Blogs e Buscam Audiência
Uma das disciplinas que leciono na Faculdade Estácio de Sá São José é "Planejamento de Marketing". Em vez de continuar com um planejamento de aulas puramente qualitativo e teórico, estou trilhando um caminho de trabalho prático, cobrando como exercício de meus alunos que iniciem blogs baseados em seus interesses e paixões, realizem um breve planejamento de como alcançar seus objetivos propostos (que podem ser números de visitantes ou postagens, entre outros) e executem as estratégias necessárias para buscar sua publicidade almejada.
O primeiro a ficar surpreendido com a qualidade de alguns dos trabalhos fui eu mesmo, pois poucos dos alunos já tinham experiência com as ferramentas do blog. O entusiasmo de algumas das equipes ou mesmo dos poucos esforços individuais me chamou a atenção.
Me preocupo bastante com o que os autores americanos vêm chamando de "crise de engajamento", ou a quase total falta de atenção e interesse da chamada geração "Z", os "nativos digitais", que já vieram ao mundo cercado por telas coloridas e teclados por toda a parte. A pergunta principal é "como estimular alunos acostumados à super-estimulação sensorial com as ferramentas e métodos tradicionais de ensino?"
A resposta parece ser uma só: "Não dá" - o que nos obriga a buscar outras formas e tecnologias de ensino.
Este exercício, talvez pela natureza prática e por exigir dos alunos que tragam algo de pessoal para o centro da matéria, está engajando os alunos de uma forma nova e interessante.
Confira abaixo alguns blogs:
Abraços e obrigado pela audiência!
Flávio Kauling.
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domingo, 16 de outubro de 2011
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SISTEMAS DE PLANEJAMENTO E GESTÃO EMPRESARIAL NA UFSC
Pessoal,
Para vocês que estão terminando a graduação ou já terminaram e pensam em voltar a estudar, o professor Dr. Mário de Souza Almeida está trazendo pela Universidade Federal de Santa Catarina o curso de especialização em Sistemas de Planejamento e Gestão Empresarial.
Os cursos de especialização se enquadram entre as pós-graduações lato-sensu, e tem seu foco em alunos que desejem ampliar e atualizar seus conhecimentos em áreas específicas enquanto continuam atuando profissionalmente no mercado. Este foco se traduz nas ementas, temática das aulas, carga horária e mesmo nos dias e horários em que as disciplinas são ministradas, geralmente nos finais de semana.
Vale a pena conferir o curso, sem dúvida um impulso na carreira de administradores e pessoas que exercem a gestão em seu dia-a-dia profissional.
A ementa e demais informações estão em anexo abaixo:
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SISTEMAS DE PLANEJAMENTO E GESTÃO EMPRESARIAL
- Objetivo do curso: Este curso foi concebido com o intuito de proporcionar aos participantes uma visão abrangente das necessidades de informações no ambiente organizacional, bem como das ferramentas tecnológicas que podem ser utilizadas para supri-las.
- Público alvo: Graduados em nível superior em todas as áreas.
- Disciplinas:
- Administração de Sistemas de Informações – 30 hs
- Planejamento Estratégico – 30 hs
- Sistemas de Informações de Marketing – 30 hs
- Gestão do Relacionamento com o Cliente e CRM – 30 hs
- Fundamentos p/ o Trabalho de Conclusão do Curso – 30 hs
- Sistemas de Administração Financeira – 30 hs
- Seminário de Administração – 15 hs
- Sistemas de Gestão de Pessoas – 30 hs
- Sistemas de Plan. Controle da Produção – 30 hs
- Sistemas de Adm. Materiais e Logística – 30 hs
- Sistemas de Gestão de Projetos – 15 hs
- Gestão do Conhecimento – 30 hs
- Gestão Sustentável – 15 hs
- Metodologia do Ensino Superior – 45 hs
- Jogos de Empresas – 30 hs
- Número de vagas: 42 vagas, sendo duas gratuitas para servidores da UFSC
- Data prevista para início das aulas: 04 de novembro de 2011
- Data prevista para término das aulas: 15 de dezembro de 2012
- Horário das aulas:
- Sextas-feiras, das 18h30 às 22h30
- Sábados, das 08h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h30 (Normalmente as aulas serão em fins de semana alternados, evitando aqueles em que haja feriado.)
- Local das aulas: Dependências da Fepese - Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos - Campus central da UFSC)
- Investimento: 16 mensalidades de R$ 455,00 ou 1 pagamento de R$ 6552,00 (10% de desconto para o pagamento à vista)
- Documentação para inscrição:
- Formulário de inscrição (solicite pelo e-mail almeida@cse.ufsc.br);
- Cópia da carteira de identidade*;
- 1 foto 3x4;
- Cópia do diploma de graduação*;
- Cópia do histórico escolar da graduação;
- Curriculum vitae.
- *(apresentar o documento original no ato da entrega das respectivas cópias, ou trazer as cópias autenticadas)
- Prazo de inscrição: De 20/09 a 28/10/11
- Local para entrega dos documentos: Secretaria do Departamento de Ciências da Administração – CAD, no Centro Sócio-Econômico da UFSC (Campus Trindade) – (48) 3721-9374
- Coordenação: Prof. Dr. Mário de Souza Almeida
- Fone: (48) 8496-8414 / e-mail: almeida@cse.ufsc.br
- Carga horária: 420 horas-aula
Abraços a todos e bons estudos.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Palestra FHC em Florianópolis. Opiniões de um estadista sobre os rumos do Brasil.
Amigos leitores, no último dia 06 de outubro, tive o privilégio de assistir à palestra proferida pelo ex-Presidente da República, o Dr. Fernando Henrique Cardoso, com o tema "por onde caminha o Brasil".
O ex-presidente, homem de luzes e sensatas palavras, teceu um apanhado geral sobre a história do Brasil e como chegamos aos tempos atuais, elegantemente dando crédito a todos os presidentes que contribuíram para o avanço de nosso país neste tempo, com destaque para Collor, Itamar, FHC (ele mesmo) e Lula - ao que complementou: - Eu tenho um compromisso com a verdade, sou professor, preciso dizer quem fez o que. Lula é político, não tem compromisso algum com a verdade, nem sabe o que fala na maior parte das vezes.
Seu posicionamento sobre o futuro do Brasil é muito claro: temos peso político e econômico para opinarmos onde estão nossos interesses diretos, a América Latina. Não nos cabe opinar sobre o Irã, ou o conflito Israel-Palestina, pois há apenas uma potência militar mundial, os EUA, e este não é o nosso território de influência. Disse ainda o professor Fernando Henrique, que não é necessário grande PIB para sermos de 1º mundo, posto que países como a Polônia, Suécia, Suíça e outros nórdicos são grandes países sendo pequenas economias. "-Para ser um grande país, não é necessário ter um grande PIB, é necessário sermos grandes pessoas", disse, jogando peso na tarefa da educação para o crescimento.
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
INFOGRÁFICO ECONOMIA BRASILEIRA - VEJA.com
Uma demonstração singela e poderosa da capacidade única da informática em potencializar o ensino e a pesquisa pode ser visto nesta ótima iniciativa da revista Veja. Trata-se de um infográfico animado com informações sobre os principais aspectos da economia brasileira, reunindo dados de 1900 a 2010 (conforme sua disponibilidade).
É possível selecionar uma variável como PIB, PIB per Capita, Balança Comercial, Inflação ou outras e acompanhar com o mouse a evolução anual da variável.
Vejam a tela capturada abaixo:

Para você estudante ou pesquisador, este infográfico está livre para acesso e uso. Suas fontes são as mais confiáveis, como IBGE, FGV e Banco do Brasil.
Você pode conferir o infográfico aqui, ou ir para http://veja.abril.com.br/infograficos/economia_brasileira/.
Abraços e até mais,
Flávio Kauling.
Abraços e até mais,
Flávio Kauling.
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terça-feira, 20 de setembro de 2011
CIVILIZAÇÕES - O OCIDENTE E O RESTO (OU 6 APLICATIVOS DA RIQUEZA) - Por Niall Ferguson
Professor de História e Administração de negócios da Universidade de Harvard, o escocês Niall Ferguson explica em uma rápida palestra o que ele chama de 6 "killer apps", ou aplicativos matadores, que produziram a riqueza no ocidente.
Em resumo, Niall demonstra que são o conjunto de leis do Estado de Direito que garantiu tal prosperidade, e avança com a palestra.
Segundo o professor, até os 1500, as sociedades orientais eram mais ricas que as ocidentais, o que começou a mudar nos anos 1800. Desde então, até os anos 1970 (73, para ser mais exato) as sociedades ocidentais (Europa ocidental, EUA, Austrália e Canadá) explodiram em riqueza, sendo que. em 1973, um americano médio era 20 vezes mais rico que um chinês médio.
Niall demole os mitos mais comuns associados a esta mudança econômica, que são:
1 - Mito: O imperialismo é a causa. O professor Niall demonstra que impérios existem há muitos milênios, e apenas desde 1800 que se tornaram tão prósperos;
2 - Mito: região geográfica deve ser uma das causas. Citando os exemplos das Alemanhas, separadas no pós-guerra, em que uma, a comunista, produziu os piores carros do mundo, enquanto a ocidental capitalista produz Mercedes; assim como o exemplo das Coréias, separadas nos anos 50 e hoje muito distantes em todos os indicadores possíveis, Niall encerra o assunto rápida e eficientemente, com a lógica fria dos anglófonos. 2 exemplos de povos divididos, que, em pouco tempo, dividiram-se totalmente.
Niall explica (e fundamenta!) que os 6 "aplicativos " são:
- Concorrência:
- A concorrência entre instituições e empresa motivou a evolução da sociedade e tecnologia.
- A revolução científica:
- Enquanto as sociedades orientais se voltavam para a burocracia confuciana ou a teocracia muçulmana, as universidades se firmavam como fonte da ciência e instituição central na sociedade; Só existem as verdades que podem ser comprovadas cientificamente.
- Direitos de propriedade privada:
- Cidadãos só competem e formam instituições se houver garantias de que seus bens serão protegidos.
- Medicina moderna:
- A medicina dobrou a expectativa de vida e a saúde das populações ocidentais (e de suas colônias...);
- A sociedade de consumo:
- Tão atacada como a causa de todos os males na academia brasileira, a sociedade de consumo é a mola propulsora da indústria. Só há estímulo para fabricar mais e melhor e mais rápido se houver a demanda por novas e melhores coisas.
- A ética do trabalho:
- O trabalho dignifica o homem. Tal adágio conflita com a visão latina de "lavoro - labor", ou trabalho como sofrimento físico. Esta ética de louvor ao trabalho, que nos deixa culpados quando não somos produtivos, é uma das raízes da riqueza.
A excelente palestra pode ser conferida aqui:
Para mim, foi muito interessante assistir a um historiador barbeado, que fala de administração e riqueza sem conotação negativa. No fim, o palestrante afirma que as sociedades ocidentais estão perdendo alguns desses valores, e o resto do mundo, inclusive o Brasil, está se aproveitando deles, que estão livres para "download" e aplicação.
Só fico triste de perceber que há setores, mesmo na academia, que profetizam o atraso, buscando destruir cada um dos avanços acima, como se fossem "maus". Pense no corporativismo e Estatismo defendidos pelo atual governo, se não é uma afronta à concorrência (como mostra a recente alta nos impostos de importação de automóveis). Lembre da onda "new age", com florais para cá, benzeduras para lá e abrigo de toda essa bruxaria sob o Estado, sob o título de "pluralidade" cultural, que afronta a revolução científica e a medicina moderna, também sob ataque da Anvisa, corporativista e preconceituosa.. Veja como o MST, ataca os direitos de propriedade dos empresários rurais. Perceba como a sociedade de consumo é atacada por "administradores" em artigos de periódicos concorridos, e como a ética de trabalho é pisoteada pela ênfase no funcionalismo e os insuportáveis tributos que oneram o empreendedor privado.
Se você deseja assistir mais do professor Niall Fergusson, há uma série de tv produzida e estrelada por ele com vários capítulos disponíveis no Youtube.
Flávio Kauling.
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KHAN ACADEMY - Vídeo e dinâmica de jogos a serviço da educação
Salman Khan é um ex-trader de ações que hoje se ocupa de uma ONG que cria conteúdo de todas as disciplinas acadêmicas das ciências básicas (línguas, matemática, história, química, biologia, etc.) e várias disciplinas derivadas - como engenharias e outras - e disponibiliza tal conteúdo on-line, por vídeos muito legais.
A apresentação do projeto dele no TED está abaixo:
O projeto permite a qualquer um de nós recursar o ensino médio e dominar matérias que antes nos tinham escapado (importante para professores e alunos que temem certas matérias na faculdade).
A premissa básica do software por trás dos vídeos é que os alunos só podem avançar depois de acertar 10 exercícios em sequencia, sem errar, acompanhando a pontuação como num videogame, trazendo o feedback automático para o aluno. Exige que o aluno domine a matéria por completo, e mostra o avanço em uma árvore de conhecimento que começa em adição e subtração e pode terminar em astronomia.
Vale a pena e os vídeos têm, em grande parte, legendas em várias línguas. Você pode conferir o site aqui: http://www.khanacademy.org/
Abraço,
Flávio Kauling.
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sábado, 17 de setembro de 2011
Engineering Management
Recomendo a meus leitores que vejam este post do blog iniciante Engineering Management.
O blog em questão discute princípios de administração de projetos pelas palavras de um competente gestor de equipes de software, Yishan Wong, que foi membro da equipe Facebook por 3 anos e contribuiu para seu crescimento vertiginoso entre 2006 e 2009.
Os princípios que ele aponta como chave para o sucesso de uma empresa da área são:
1 - Contratação (das pessoas corretas) é a primeira preocupação;
2 - Deixar que os processos sejam implementados pelas pessoas que os executam;
3 - Promoções venham de dentro da empresa;
4 - Ferramentas são prioridade máxima;
5 - Líderes devem ser técnicos.
Ele promete discorrer mais sobre o assunto nos próximos posts, mas, por enquanto, acho suas idéias instigantes.
Vão lá e deem uma olhada. Vale a pena. A dica é do meu amigo Michel Grando.
Link:
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Yishan Wong
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Papéis de longo prazo do Tesouro Direto devem vencer a poupança - CBN
Essa é para meus alunos de Planejamento Econômico e Financeiro:
Ouçam o áudio do Mauro Halfeld na CBN via link abaixo:
O Mauro não é o que se pode chamar de um narrador empolgante, mas o assunto é pertinente à aula.
Abraços,
Flávio.
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